A Prefeitura de Franco da Rocha deu mais um passo para fortalecer a rede municipal de saúde ao assinar, na terça-feira (23), a ordem de serviço para a construção do novo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS III). A futura unidade será voltada ao atendimento de pessoas em situação de sofrimento psíquico grave e persistente, oferecendo assistência especializada e ampliando a capacidade de atendimento no município.
O CAPS III será um importante reforço para a política pública de saúde mental da cidade. Diferentemente de unidades convencionais, o serviço funcionará 24 horas por dia, incluindo finais de semana e feriados, e contará com acolhimento noturno, permitindo que pacientes em crise recebam acompanhamento contínuo sem a necessidade de internação hospitalar, sempre que possível.
A nova estrutura oferecerá atendimento multiprofissional, reunindo equipes formadas por médicos, psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e outros profissionais especializados. O objetivo é proporcionar um cuidado integral, promovendo a reabilitação psicossocial, a autonomia dos pacientes e a reinserção na vida familiar e comunitária.
Durante a assinatura da ordem de serviço, a prefeita Lorena Oliveira destacou que o investimento representa um avanço significativo para a saúde pública de Franco da Rocha e reafirmou o compromisso da administração municipal com a ampliação do acesso a serviços humanizados e de qualidade.
Segundo a chefe do Executivo, a saúde mental é uma das prioridades da gestão, e a implantação do novo equipamento permitirá oferecer um atendimento mais acessível, acolhedor e eficiente à população que necessita de acompanhamento especializado.
A construção do CAPS III integra o conjunto de investimentos realizados pela Prefeitura para ampliar e modernizar a rede municipal de saúde, garantindo uma estrutura mais preparada para atender à crescente demanda por serviços de atenção psicossocial.
Com a nova unidade, Franco da Rocha passará a contar com um serviço mais completo para o atendimento de crises em saúde mental, fortalecendo a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e reduzindo a necessidade de encaminhamentos para outros municípios ou de internações em hospitais psiquiátricos.