Servidora é investigada por esfaquear mulher em festa de Halloween
Uma servidora pública da Prefeitura de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, é investigada por esfaquear uma mulher durante uma festa de Halloween. O caso aconteceu na madrugada de domingo (1º), em um bar da cidade, e passou a ser tratado pela Polícia Civil como tentativa de homicídio.
A suspeita foi identificada como Joyce Mara Rocumback Espírito Santo, de 43 anos. Ela trabalha como fiscal de Obras e Meio Ambiente e está em estágio probatório na administração municipal.
A agressão aconteceu após um desentendimento na fila do banheiro do Bar Cristal Rock. Segundo as informações da ocorrência, Joyce teria acusado Tainá Polegato Alves, de 34 anos, de furar a fila. Depois de uma breve discussão, a suspeita retirou uma faca e atingiu o pescoço da vítima.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento da agressão. Em um vídeo publicado nas redes sociais, Tainá contou que inicialmente não percebeu que havia sido ferida, pois acreditou que a faca fosse de mentira por causa da temática da festa.
A vítima foi socorrida e precisou de atendimento hospitalar. Segundo seu relato, o golpe atingiu um ramo da artéria carótida, provocando sangramento interno. Ela também relatou dificuldades para engolir e informou que poderia precisar passar por uma cirurgia.
Investigação e posicionamento da Prefeitura
Inicialmente, o caso havia sido registrado como lesão corporal. No entanto, após a avaliação da gravidade dos ferimentos e o avanço das investigações, a Polícia Civil passou a apurar o episódio como tentativa de homicídio.
A suspeita foi identificada e indiciada. A faca utilizada no ataque foi apreendida e encaminhada para perícia.
Em relação ao vínculo profissional da investigada, a Prefeitura de Itapecerica da Serra confirmou que ela é servidora municipal e informou que aguarda uma notificação oficial das autoridades para avaliar possíveis medidas administrativas.
A administração também declarou que não possui documentos que comprovem uma condição de transtorno do espectro autista (TEA), alegada pela investigada.
A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil.


