São Paulo chega a 37 casos de sarampo em 2026
O Estado de São Paulo confirmou mais um caso de sarampo e chegou a 37 registros da doença em 2026. O novo caso foi identificado na capital e envolve um homem de 42 anos que não tinha histórico de vacinação contra o sarampo.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), 27 dos 37 pacientes não tinham registro de vacinação ou estavam com o esquema vacinal incompleto.
Do total de casos registrados neste ano, 33 são moradores da capital, dois de São Bernardo do Campo, um de Guarulhos e um de Santo André. Dois casos identificados entre março e abril foram considerados importados de outros países. Os demais foram registrados entre junho e agosto e estão sendo acompanhados pelas equipes de vigilância epidemiológica.
As autoridades de saúde realizam a investigação dos casos, além de identificar e monitorar pessoas que tiveram contato com os pacientes. Quando necessário, também são adotadas medidas de bloqueio para evitar a transmissão do vírus.
A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dos 645 municípios paulistas.
Pelo calendário de vacinação, crianças devem receber a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Pessoas de 15 meses a 29 anos precisam ter duas doses registradas, enquanto adultos de 30 a 59 anos devem ter pelo menos uma dose registrada na carteira de vacinação. Profissionais da área da saúde devem ter duas doses, independentemente da idade.
Nos municípios de São Paulo, Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André, também está sendo aplicada a chamada dose zero em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Essa dose adicional não substitui as doses previstas no calendário regular.


