Crise no Ricoy se agrava em Franco da Rocha e funcionários denunciam atrasos salariais e falta de FGTS

12 de maio de 2026

A situação da unidade do supermercado Ricoy em Franco da Rocha voltou a gerar preocupação entre funcionários, que denunciam um novo ciclo de atrasos salariais e irregularidades no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo relatos de colaboradores, os problemas financeiros da empresa vêm se intensificando nos últimos meses, trazendo insegurança sobre a manutenção dos empregos e o funcionamento da loja.

De acordo com os trabalhadores, a crise já afeta diretamente a rotina dos funcionários e suas famílias. Muitos afirmam enfrentar dificuldades para manter despesas básicas, como aluguel, contas domésticas e alimentação, devido à falta de previsibilidade nos pagamentos.

Sob anonimato, uma funcionária descreveu o clima de desespero vivido pelos colaboradores dentro da unidade:

“As contas não param de chegar. Aluguel e prestações vencem, mas o pagamento não cai. O mais irônico é que nem o básico conseguimos garantir onde trabalhamos; as prateleiras estão vazias, não tem mercadoria. Precisamos recorrer à concorrência para conseguir comer.”

Além dos atrasos salariais, funcionários também relatam preocupação com a ausência de depósitos do FGTS, benefício considerado essencial para a segurança financeira dos trabalhadores. A combinação entre salários atrasados, estoque reduzido e incertezas sobre o futuro da empresa aumentou o clima de tensão entre os colaboradores da unidade de Franco da Rocha.

Até o momento, a direção do Ricoy não se pronunciou oficialmente sobre as denúncias. Os canais de atendimento da empresa seguem sem esclarecer quais medidas serão adotadas para regularizar os pagamentos e garantir a continuidade dos postos de trabalho.

O espaço permanece aberto para manifestação da empresa e esclarecimentos sobre a situação enfrentada pelos funcionários da unidade.

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