Moradora do Jacaré enfrenta rotina de dor há mais de um ano enquanto espera cirurgia definitiva

12 de dezembro de 2025

Elizandra, moradora do bairro Jacaré, vive um longo período de sofrimento desde janeiro de 2024, quando precisou passar por uma cirurgia de emergência no Hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí. Na época, uma infecção grave nos rins — causada por uma pedra — levou os médicos a realizarem apenas a drenagem e a colocação urgente de um cateter duplo, já que a remoção da pedra não era possível devido ao quadro de pielonefrite.

Desde então, a rotina dela é marcada por dores constantes e dependência de medicamentos. Em abril de 2024, Elizandra entrou na fila para a cirurgia definitiva, mas, mais de um ano depois, ainda aguarda o procedimento. Em novembro deste ano, a situação se agravou: as dores se intensificaram e ela passou a usar Tramadol de forma contínua para suportar o dia a dia.

No dia 25 de novembro de 2025, uma tentativa de retirar o cateter foi feita no Hospital Regional de Jundiaí, mas os médicos descobriram que o dispositivo havia calcificado dentro do rim, tornando o caso ainda mais complexo. A próxima cirurgia, prevista para 2026, deve ser realizada pelas costas, em um procedimento mais delicado.

Agora, Elizandra segue aguardando a definição da data. A previsão informal é de que o procedimento possa ser agendado dentro de três a quatro meses — o que significa que ela pode chegar a esperar quase dois anos por uma cirurgia que mudará sua rotina marcada por dor e limitações.

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