Valinhos confirma terceira morte por influenza em 2026 e reforça importância da vacinação

8 de julho de 2026

A Secretaria da Saúde de Valinhos confirmou nesta terça-feira (7) a terceira morte causada por influenza registrada no município em 2026. A vítima é uma mulher de 52 anos, moradora do Jardim Jurema, que faleceu no dia 26 de junho, na Santa Casa de Valinhos, em decorrência de complicações provocadas pela doença.

De acordo com a Prefeitura, não foi localizado registro de vacinação contra a gripe em nome da paciente. Diante da confirmação do óbito, a Secretaria da Saúde voltou a reforçar que a imunização é a principal forma de prevenção contra a influenza, reduzindo significativamente o risco de agravamento da doença, internações e mortes.

Com esse novo registro, Valinhos chega a três mortes por influenza neste ano. A primeira vítima foi um homem de 85 anos, que morreu em março. O segundo óbito foi confirmado em junho e teve como vítima uma mulher de 96 anos, portadora de doença crônica, que havia recebido a última dose da vacina contra a gripe em 2024.

A Secretaria da Saúde destaca que a vacinação contra a gripe segue disponível gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município para pessoas com idade a partir de seis meses. A campanha busca ampliar a cobertura vacinal, especialmente entre os grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes, puérperas e pessoas com doenças crônicas.

Além da vacinação, as autoridades de saúde orientam a população a adotar medidas preventivas para reduzir a transmissão do vírus, como higienizar frequentemente as mãos, manter ambientes ventilados, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e utilizar máscara em caso de sintomas respiratórios, principalmente ao procurar atendimento médico ou permanecer em locais fechados.

A Prefeitura também alerta que pessoas que apresentarem sintomas como febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo, cansaço intenso ou dificuldade para respirar devem procurar uma unidade de saúde para avaliação médica. O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento, quando indicado, podem reduzir o risco de complicações, principalmente entre pacientes que fazem parte dos grupos de maior risco.

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